terça-feira, 3 de junho de 2014

Descrição da atividade

Inspiradas nas Obras de Romero Brito construímos junto com a turma montagens artísticas usando foto e recursos como o paint.
Inicialmente apresentamos a todas as nossas colegas a base da nossa inspiração Romero Brito: considerado um dos artistas mais prestigiados entre as celebridades, possui uma característica um tanto abstrata onde usa de cores vivas e formas geométricas na construção de suas obras.
Conhecendo a nossa fonte, Romero Brito, o desafio era fotografar a si próprio e as colegas da faculdade para a elaboração de uma foto montagem, baseada nas obras de Romero Brito. Após o tempo determinado cada aluna fez a transferência das fotos para o computador para iniciar o trabalho.
Com o auxilio da ferramenta paint (usada para criar desenhos, imagens abstratas e construir montagens) cada aluna pode fazer a sua obra. Para que fosse realizado esse trabalho fizemos um passo-a-passo de como usar a ferramenta e o grupo auxiliou  as demais alunas. Como exemplos foram mostrados alguns trabalhos, montagens, realizados pelas integrantes do grupo.
O resultado foi de grande valia, onde foi possível observar o empenho por parte das alunas para construir  sua obra de arte e também a atenção para o modo como usar a ferramenta e o resultado final.
Encerrando a atividade sugerimos que após a elaboração das foto montagens seja criado um vídeo com as obras criadas. Nossa sugestão foi que trabalhassem com outra ferramenta que é    o movie maker. Como exemplo mostramos um vídeo elaborado pelas componentes do grupo.


“A arte é muito importante para não ser compartilhada!” (Romero Brito)

Fonte da imagem:http://www.noteaqui.com/wp-content/uploads/2012/06/Obras-de-Romero-Britto-4.jpg


terça-feira, 22 de abril de 2014

Resumo: princípios educacionais, definições, história e abordagens da educação a distância. 

 Desde o inicio da educação a distância no Brasil, quando surgiu o estudo por correspondência, já sabia-se do que poderia ser encontrado prós e contras para estás práticas.
  Por meio de novas e avançadas tecnologias esta prática foi ficando mais e ganhou novos adeptos. Porém, esta modalidade tida como "nova", foi atingida por preconceitos e definições sem conhecimento.
  Está prática dá a seu aluno, autonomia, ação de comunicação, colaboração e equidade. Tornando seu aluno responsável por seus conhecimentos, faz a transmissão tanto do professor para aluno quanto de aluno para aluno, faz o aluno compartilhar saberes e  trás possibilidades igualitárias a todos.
  Ao entrar na gestão da EAD nos deparamos com o currículo  que nos levará ao conhecimento, para ser definido o material didático. tendo assim que criar toda uma infraestrutura própria para desenvolver as modalidades em EAD.

referências: B.C., YOLANDA. Prática pedagógica, aprendizagem e avaliação em educação a distância.

 
 

terça-feira, 8 de abril de 2014

Aluna:  Renata da silva Kapp
                                             Pedagogia – 4º Período
Disciplina: Tecnologias Aplicadas                                                  Data: 12/03/2014         
Prof.ª: Ana Paula Xisto

Plano de aula sobre o uso do vídeo em sala de aula

Nome do vídeo: A Era do Gelo 4 – Trailer
Sinopse: Tentando mais uma vez proteger sua noz o esquilo dente-de-sabre, Scrat, causa mais um acidente: acaba caindo no núcleo da terra e na tentativa de se salvar divide o solo da terra em 5 partes dando origem aos  continentes.
Função do vídeo: Sensibilização
Série: 2º Ano
Matéria: Geografia
Conteúdos:
         Formação dos continentes
         Países
         Estado
         Cidade
Objetivos:
         Conhecer os continentes
         Identificar o País, Estado, Cidade onde o aluno mora.
         Reconhecer diversos países
         Confeccionar o globo terrestre em forma de quebra cabeça
Metodologia:
         Reproduzir o vídeo “A Era do Gelo - Trailer”
         Iniciar uma conversas com questionamentos feitos pela professora até que se chegue a resposta esperada. Exemplo: Onde fonte: youtube moramos? – No Brasil. E onde fica o Brasil? (chegar a resposta: Planeta terra, onde será o ponto de partida).
         Apresentar o globo terrestre destacar o local onde moramos e apontar outros países.
         Apresentar os continentes e os oceanos e deixar que as crianças explorem o globo da forma de preferirem
         A atividade será feita em grupos onde cada um ficara responsável por um continente, pelo mapa do Brasil, do Paraná e de Curitiba.
         Cada um confeccionara o mapa da forma que quiser o no final montaram os mapas como um quebra cabeça em uma bola grande e azul.
Avaliação:
         Conhece os continentes
         Identifica o País, Estado, Cidade onde o aluno mora.
         Reconhece diversos países
         Confecciona o globo terrestre em forma de quebra cabeça
Materiais Utilizados:
         Aparelhos para reprodução do vídeo
         Globo terrestre
         Bola grande azul
         Materiais para confecção dos mapas (Papel, tecido, canetinhas etc...)
Referencias:
         http://www.youtube.com/watch?v=HQ3apNwjTgY



quarta-feira, 19 de março de 2014

ATIVIDADES PARA 2014

Olá turma do curso de Pedagogia do 1º Semestre de 2014 - disciplina de Tecnologia Aplicada à Educação -
Após a construção do blog individual vocês devem realizar as atividades propostas a seguir:
1. Postar uma reportagem que defenda o uso de ferramentas tecnológicas em sala de aula.
2. Ler o artigo do José Manuel Moran " O uso do vídeo em sala de aula" nos sites:http://extensao.fecap.br/artigoteca/Art_015.pdf  ouhttp://www.revistas.usp.br/comueduc/article/viewFile/36131/38851).
OBSERVE: Inúmeras são as formas de utilização do vídeo em sala de aula. Um bom vídeo pode despertar o interesse do aluno para novos conteúdos, além de possibilitar a aproximação de temas diversificados e às vezes complexos, mas que podem ser ilustrados por meio dos recursos de áudio, imagens e intervenções do professor. Para que o uso do vídeo favoreça a aprendizagem, é necessário que o professor, previamente, selecione e assista ao material que será apresentado e, após, faça um planejamento da atividade que será desenvolvida. MORAN.
3. A atividade será desenvolvida em 3 etapas. O trabalho poderá ser desenvolvido em equipe ou individualmente:
A) Primeiro momento: Todas as equipes deverão ler o artigo "O vídeo na sala de aula",de José Manuel Moran, e, então, analisar e escolher uma das propostas de utilização do vídeo, sugerida por Moran.
B) Segundo momento: Cada equipe deverá escolher um conteúdo dos anos iniciais do ensino fundamental e buscar um vídeo (filme, desenho animado, documentário) que possa ser utilizado para colaborar com a aprendizagem dos alunos deste nível de ensino.
C) Terceiro momento: As equipes deverão, a partir da proposta escolhida de uso do vídeo, determinar a atividade que será realizada em sala de aula, apresenta-la para a turma. As equipes deverão apresentar aos alunos a proposta de utilização do vídeo; não deixando de especificar: 
   - Nome do vídeo (apresentar a síntese);
   - Conteúdo que pode ser trabalhado;
   - Turma a que se destina;
   - Atividades que serão desenvolvidas a partir da proposta escolhida.
4. Esta atividade com o uso do vídeo deverá ser postada no blog em formato de texto ou de vídeo.

Fonte:http://apxistolima.blogspot.com.br/

quarta-feira, 12 de março de 2014

A aula do futuro
Computadores em lugar de cadernos e lousas com imagens são novidades em colégios particulares
Henrique Fruet
Ao contrário de muitos adolescentes de sua idade, Carlos Eduardo Montovani, o Cadu, 15 anos, adora ir à escola. Às 7h30 ele já está no colégio COC, no Morumbi, bairro nobre de São Paulo, onde cursa o primeiro ano do ensino médio. O segredo para o entusiasmo de Cadu está nos avanços tecnológicos utilizados pela indústria do entretenimento que, agora, começam a invadir as escolas particulares. Realidade virtual, salas de aula onde o computador substitui o caderno e quadros-negros que mostram imagens saltando da tela em terceira dimensão servem para atrair o interesse dos alunos e estimular o ensino. Graças à parafernália eletrônica de sua escola, Cadu pôde fazer passeios inimagináveis na época dos estudos de seus pais, como visitar o interior de uma célula. Para isso, bastaram óculos de realidade virtual que escondem pequenos monitores plugados a um computador manejado por professores. A aula acontece em uma sala escura que mais parece saída de um conto de ficção científica. Os óculos, dependurados no teto por fios, levam os alunos a passeios pela Mata Atlântica, jornadas pelo interior de uma colméia e visitas a museus, entre outras possibilidades.
Outro ambiente que nada lembra escolas tradicionais é a chamada sala do futuro. Lá, cada carteira traz um computador com tela de cristal líquido. O professor dá aula em uma lousa de US$ 18 mil, sensível ao toque de uma caneta especial. Tudo que é escrito nela surge no terminal do aluno e pode ser gravado em um disquete. Para ter acesso a todas essas maravilhas tecnológicas, os pais desembolsam mensalmente, em média, R$ 686, incluindo material didático. Os avanços não param por aí. A presença dos alunos é controlada por meio de leitores de cartões magnéticos. Trabalhos escolares em cartolina, nem pensar. Hoje, Cadu maneja com destreza o programa de apresentação PowerPoint, da Microsoft, ou cria sites na internet para mostrar o que aprendeu aos professores e colegas. “Gasto menos tempo, menos dinheiro e me divirto mais”, comemora. No recreio, nada de bagunça: é hora de checar os e-mails nos computadores. Em casa, ninguém abre livros, mas CDs Rom para estudar. “Os alunos encontram agora as mesmas tecnologias com as quais vão se deparar no mercado de trabalho”, diz Mário Guio Júnior, diretor pedagógico do COC. Uma editora ligada ao colégio é que desenvolve a tecnologia que cativa 80 mil alunos espalhados por 80 escolas do País. Em breve, pretende-se introduzir nas salas de aula a lousa com projeção de imagens estereoscópicas – aquelas que saltam da tela em terceira dimensão e só são visíveis com auxílio de óculos especiais. Outra novidade são as cadeiras de realidade virtual, que mexem de acordo com a imagem vista através dos óculos. “O educador tem de ser multimídia, ou seja, utilizar os melhores meios disponíveis para prender a atenção do aluno e ajudá-lo”, explica o coordenador pedagógico da editora, Zelci de Oliveira. Ele lembra que o professor nunca deve ser substituído pela tecnologia, mas apenas utilizá-la como ferramenta de apoio.
Essa possibilidade, porém, ainda está distante da maioria dos brasileiros. Alunos da rede pública que sonham em ter acesso a simples PCs continuam a mercê da lentidão das ações governamentais, que volta e meia esbarram na falta de verbas. A realidade é outra em colégios como o Objetivo, em São Paulo. Desde a pré-escola, os alunos têm as chamadas aulas do futuro, em salas especiais que, como as do sistema COC, são equipadas com mesas com computadores e as “lousas de toque” (nas quais os professores podem escrever com os dedos). Programas desenvolvidos por professores do colégio usam e abusam de imagens em terceira dimensão que saltam da tela, áudio e vídeo. “Você entende melhor a aula porque tem uma visão espacial melhor do que no livro”, entusiasma-se a aluna da sexta série Júlia Ribeiro Lamardo, 12 anos. Apesar da tecnologia, os métodos antigos não foram abandonados no colégio. Os estudantes continuam fazendo cubos de cartolina para estudar geometria, mas somente depois de terem descoberto como fazer isso com a ajuda do computador. Outros métodos tradicionais de ensino ainda terão de conviver em harmonia com a tecnologia. “O aluno desenvolve a coordenação motora quando escreve à mão e trabalha sua orientação espacial quando organiza um texto em uma folha de caderno, algo que o computador faz sozinho”, avalia a professora Silvia Fichmann, pedagoga da Universidade de São Paulo (USP) especializada em informática educativa. “São habilidades que precisam sempre estar sendo exercitadas.” Também existem alunos que só aprendem quando escrevem. Para eles, deixar de copiar a matéria na lousa seria nocivo. O computador é apenas mais um recurso para o aprendizado, na opinião de Sílvia. Algo, porém, é indiscutível: a atração que a tecnologia exerce. “A escola está competindo com o videogame que o estudante tem em casa. O aluno não pode mais ficar parado em uma carteira olhando para a cara do professor”, garante a pesquisadora.
A vida como ela é
Computadores na sala de aula ainda é uma realidade distante na escola municipal de Vargem Grande, no extremo sul de São Paulo. Os pais de alunos nem pensam nisso. Lá, a falta de água, de professores e salas de aula fala mais alto. Até o ano passado, dois rústicos contêineres de metal funcionavam como classes, já que as dez salas de alvenaria não abrigavam todos os estudantes. Agora, os contêineres deram lugar a cinco salas emergenciais. São construções de metal, com paredes finas, que deixam o ambiente muito frio no inverno e bastante quente no verão. A Secretaria Municipal da Educação afirma não ser possível a construção de salas definitivas porque a escola está localizada em área de mananciais invadida. Há outras 116 salas semelhantes no município. O aluno Wesley de Souza, 11 anos, diz ter visto um computador apenas no trabalho do pai. Sua irmã Rayane, 9 anos, só pela tevê. O que existe na escola mais próximo da tecnologia moderna é uma máquina de escrever elétrica. “Mas aqui deve ser mais fácil aparecer computadores do que professores”, reclama a mãe dos garotos, a desempregada Raquel de Souza, 33 anos. A Secretaria de Educação nega a falta de professores. Os alunos e professores também sofrem com a falta de água. Um caminhão-pipa nunca abastece a escola suficientemente.

Os avanços vistos nas escolas particulares ainda estão longe de chegar ao ensino público. Em parceria com governos estaduais e municipais, o Ministério da Educação tenta equipar 6 mil escolas – 3,2% das 187 mil existentes na rede pública do País – com 100 mil computadores. A meta deveria ter sido atingida este ano, mas cortes no orçamento a adiaram para 2002. Já foram investidos R$ 115 milhões na instalação de 23,4 mil computadores. “É pouco, mas é o que temos no momento”, reconhece a professora Nara Lucas, coordenadora de recursos de informática do Ministério.